Viagens na Minha Terra

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Um dos melhores recursos que encntrei nas minhas pesquisas, com os resumos de capitulos foi aqui https://www.studocu.com/pt/document/universidade-de-coimbra/lingua-portuguesa/resumos/resumo-por-capitulos-viagens-na-minha-terra/2038777/view

 

Em termos de análise remeto-vos para este texto:

Análise Crítica

Classificação da Obra: Romance Histórico

Ação principal: O autor resolve fazer uma viagem de Lisboa a Santarém de comboio, com a intenção de conhecer as ricas várzeas desse Ribatejo, e assim saudar do alto cume a mais histórica e monumental das vilas de Portugal. Paralelamente as paisagens visitadas o autor e narrador , presenteiam os presentes com um romance de amor.

Tipo de ação: Encadeada

Personagens Principais: Joaninha e Carlos, protagonistas da história de amor.

Personagens Secundárias: A avó de Joaninha – D. Francisca, Frei Dinis, Georgina, Júlia.

Narrador: Participante

Espaço principal: A história contada do romance de amor passa-se em 1932, e é narrada por Almeida Garrett, aos participantes da viagem. O mesmo Almeida é o cronista narrador.

Tempo Histórico: séc. IX

Tempo: A ação decorre durante uma viagem que Garrett faz de Lisboa a Santarém, além de discorrer sobre a paisagem, seus devaneios, o leva até este romance.

Personagens:

Carlos: é um homem instável que não consegue se decidir sobre suas relações amorosas, podendo ser ligado às características biográficas do próprio Almeida Garrett. 
Georgina: namorada inglesa de Carlos, é a estrangeira de visão ingênua, que escolhe a reclusão religiosa como justificativa para não participar dos dilemas e conflitos históricos que motivaram sua decepção amorosa. 
Joaninha: prima e amada de Carlos. Meiga e singela, é a típica heroína campestre do Romantismo. Simboliza uma visão ingênua de Portugal, que não se sustenta diante da realidade histórica.
D. Francisca: velha cega avó de Joaninha. Mostra-nos a imprudência e a falta de planejamento com que Portugal se colocava no governo dos liberalistas, levando a nação à decadência.
Frei Dinis: é a própria tradição calcada num passado histórico glorioso, que no entanto, não é mais capaz de justificar-se sem uma revisão de valores e de perspectivas. 

Cada personagem tem uma representação.

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